NOSi vs Privados

2 03 2007

O Nucleo Operacional para a Sociedade da Informação – NOSi – esteve ontem num frente-a-frente com os Privados do sector das TIC em Cabo Verde. O evento ocorreu na Câmara de Comercio, na Praia, e teve como representante do NOSi, o Coordenador Geral, Eng. Jorge Lopes.

O encontro começou com a intervenção do representante da Câmara do Comércio, Dr. Paulo Lima, que expôs as razões para a promoção do evento, tentando fazer com que os Privados e o NOSi discutissem abertamente os problemas que afectam o sector das TIC no País.

Após essa breve introdução, o Eng. Jorge Lopes tomou a palavra, começando por “apresentar” o NOSi e os projectos que o mesmo vem desenvolvendo e implementando.

A abertura do debate, momento aguardado por todos, começou com aquilo que todos já esperavam. Criticas ao NOSi por ser um estrangulador do mercado. Por assumir toda a prestação de serviços, formação, instalação, operação e manutenção do parque informático do Estado (certamente acima de 50% do parque nacional), não tem deixado espaço para que os Privados possam aparecer ou possam crescer, limitando os Privados a manter meia duzia de clientes tambem privados, o que não garante um retorno que seja suficiente para que as empresas possam crescer, e a serem meros vendedores de equipamentos informáticos.

Todas as pessoas que interviram no debate manifestaram o mesmo descontentamento com o papel do NOSi no mercado das TIC. Ficou patente que é necessário clarificar o papel do NOSi, e a assunção por parte do mesmo como um Orgão do Estado que deve ter por missão definição de politicas estratégicas para o Sector.

Foi também abordado a questão do Opensource. Tendo ficado claro que há necessidade de se falar sobre o assunto com um espírito mais aberto, num fórum mais Académico e com pessoas que realmente estão por dentro do assunto. Ficou claro que muita gente fala do Opensource como se tratasse dum produto de segunda categoria, quando na realidade é algo que surge nas Academias, como produto de muita investigação, muito trabalho e muita colaboração entre vários especialistas espalhados pelo mundo. O desconhecimento do que se passa em termos de Academia, em termos de Investigação e Inovação, mostrou claramente que os decisores não estão a ter todos os dados disponíveis para analisarem com rigor as situações e soluções que deviam ser consideradas.

Fez-se referência ao Porto Digital, e pela primeira vez ouvi falar em Cabo Verde Digital, no entanto, faltou, ou tem faltado sempre, a presença da Academia nos eventos organizados sobre o sector. O Porto Digital, assim como outras iniciativas do género, surgiram da sinergia criada entre a Academia e o Estado como forma de promover e impulsionar o desenvolvimento do sector privado, criando incubadoras de empresas, oferecendo incentivos, oferecendo condições favoráveis para a instalação e funcionamento das empresas.

A terminar, ficou a promessa da assunção do real papel do NOSi e da partilha de conhecimentos e know how que as Consultorias Internacionais e Formações “exclusivas” ao NOSi proporcionam.





Testando o windows live writer

23 02 2007

Comecei hoje a experimentar o windows live writer… tem sido uma experiencia agradável, e recomendo às pessoas que normalmente têm muitos blogs, a utilizarem este live writer. Permite uma edição avançada em termos de ferramentas de processamento de texto, permite postar em vários blogs ao mesmo tempo, permite “trabalhar” figuras enquanto estamos a fazer um post, inserção de tags html, etc… tem sido uma descoberta interessante.

Aconselho a experimentarem. Download do Live Writer





Críticas às ferramentas web 2.0

16 02 2007

Tem sido interessante a discussão que se tem produzido em vários sítios na wb sobre o assunto. Existem os ferverosos defensores e também os do contra, e tem sido caloroso o debate.

Há quem defenda que isto tudo é novo e vai revolucionar, há quem pense o contrário. Que não há novidade nenhuma. Achei interessante a opinião do Alex Hubner, em que ele “descasca” a web 2.0, numa perspectiva extremamente crítica, diria até amarga, dando a entender que não há razões para euforias.

Por outro lado, a opinião do Gilberto Alves Jr., é mais “romântica”, mostrando o que de positivo a web 2.0 pode trazer para os utilizadores comuns, para a educação e para pequenas empresas.

Do meu ponto de vista, as ferramentas que vão surgindo, e outras que surgiram noutros tempos, têm sempre um propósito que poderá ser desvirtuado, mediante a sua utilização, a forma como for apresentada ou disponibilizada para os utilizadores. Eu vejo com muito bons olhos a possibilidade de não estar “limitado” a uma forma de acesso aos meus documentos.

Há sempre uma visão optimista e positiva, e haverá sempre quem não “veja” forma de aproveitar o que de novo se lança no mercado.





Office 2.0

15 02 2007

Pesquisando na net tenho encontrado coisas interessantíssimas sobre o conceito “web 2.0″… é que já existem também os Office 2.0 BPM 2.0, etc… inclusive Sistemas Operativos seguindo o mesmo conceito.

Será interessante fazer uma projecção futura sobre o que será as TI dentro de uns anos. Imagine-se, tudo que precisaremos é ter acesso a um PC online com browser. Entro no meu “Sistema Operativo” na web, tenho os meus aplicativos Office 2.0, aramazeno tudo e mais qualquer coisa na web, partilho, envio, altero, apago… sem limitações.

Isto lembra-me algo que aconteceu quando os telemóveis entraram em força nas Telecomunicações. Acrescentou-se um factor muito importante aos serviços de até então. A MOBILIDADE… mobilidade do serviço em si, mobilidade no acesso, e estando na web, acrescenta-se um factor mais, que é estar numa rede.





Ferramenta wiki…

9 02 2007

O conceito wiki existe há mais de 10 anos. Em sua forma mais simples, wiki – o termo havaiano para “rápido” – é um destino online onde os utilizadores podem criar ou editar com liberdade o conteúdo de uma página da Web, utilizando apenas um navegador.

O objetivo é fornecer um espaço em que membros de uma comunidade virtual possam editar qualquer página com total liberdade para apresentar, alterar ou remover conteúdo, inclusive qualquer texto criado por autores anteriores.

Ao contrário dos blogs, projetados para comunicação de um-para-muitos e para troca de conhecimento mais estruturada, os wikis possibilitam uma experiência de maior colaboração.

Recentemente, deu-se muita atenção à próxima geração de ferramentas online, apelidada Web 2.0. A premissa é que as barreiras em torno da criação do conteúdo serão diminuídas, permitindo que os utilizadores sejam produtores e consumidores das informações online. Esse fenómeno está ocorrendo não apenas no mundo da Internet, mas também nos firewalls corporativos. Pense nele como o Enterprise 2.0 – ferramentas que facilitam a criação de conteúdo para todos os funcionários. Tecnologias como blogs e wikis trilharão um longo caminho para modificar a forma como empresas pensam, armazenam e reciclam conhecimento corporativo.





Partilha e colaboração em Rede

12 12 2006

Este espaço visa criar um ambiente virtual para partilha e colaboração em rede. Falar sobre TIC, SI, etc etc…